terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Backdoor Contest embala Olivença


Backdoor Contest é atração em Olivença neste fim de semana. Foto: Reprodução
Líderes do ranking do Litoral Sul na categoria Open. Foto: Gabriel Macedo / XPro

Segunda etapa do circuito Litoral Sul acontece neste fim de semana, na praia da Batuba, Olivença

Por Redação SurfBahia

O Backdoor Contest promete ferver a praia da Batuba, em Olivença, Ilhéus (BA), neste fim de semana (6 e 7/12). Válida como segunda etapa do Circuito Litoral Sul de Surf 2008, a prova conta com as categorias Open, Júnior, Mirim, Iniciante e Feminino.

A etapa de abertura foi disputada em julho, na praia do Jardim Atlântico. Na ocasião, o canavieirense Aurélio Santana e o camaçariense Marco Fernandez venceram a Open e Júnior, principais categorias em disputa no circuito. Também estão na liderança do ranking o itacareense Iago Silva, o capixaba Johnny Botelho e a ilheense Janine Santos, revelada em Olivença.

A etapa conta com os patrocínios da Backdoor, Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia (SUDESB), Governo da Bahia - através da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte -, WG e pranchas Pernalonga. Apoio: Associação Olivença de Surf (AOS), Federação Baiana de Surf (FBS), site SurfBahia.com.br e XPro.

Inscrições podem ser feitas na Associação Olivença de Surf, escolinha de surf de Jabes Local (Jardim Atlântico) e na loja Backdoor do Centro de Ilhéus.

Ranking do circuito Litoral Sul depois da primeira etapa

Open

1 Aurelio Santana (Canavieiras) 1000
2 Marco Fernandez (Camaçari) 900
3 Marcelo Alves (Ilhéus) 810
4 Dilson Amaral (Olivença) 729


Júnior

1 Marco Fernandez (Camaçari) 1000
2 Leo Andrade (Ilhéus) 900
3 Bruno Mateus (Camaçari) 810
4 Iago Silva (Itacaré) 729

Mirim

1 Iago Silva (Itacaré) 1000
2 Saulo Marques (Ilhéus) 900
3 Demi Brasil (Morro de São Paulo) 810
4 Joabs Oliveira (Olivença) 729

Iniciante

1 Johnny Botelho (Vitória-ES) 1000
2 Mateus Rodrigues (Ilhéus) 900
3 Alef Moura (Itacaré) 810
4 Ian Costa (Salvador) 729

Feminino

1 Janine Santos (Olivença) 1000
2 Mariana Short (Ilhéus) 900
3 Amanda Moura (Ilhéus) 810
4 Cintia Dias (Ilhéus) 729

Silvana bate na trave

Stephanie Gilmore comemora bicampeonato mundial. Foto: ASP Kirstin / Covered Images.
Finalistas do Roxy Pro em Sunset Beach. Foto: ASP Kirstin / Covered Images.

Silvana Lima perde título do Roxy Pro nos instantes finais em Sunset Beach, Hawaii. Foto: ASP Kirstin / Covered Images.


Por Redação Waves em 01/12/2008 21:07

Ainda não foi desta vez que a cearense Silvana Lima sentiu o gostinho de subir ao topo do pódio na divisão de elite do surf mundial.

Nesta segunda-feira, ela chegou a liderar a final do Roxy Pro durante boa parte do tempo, mas a australiana Stephanie Gilmore novamente roubou a cena e impediu a primeira vitória da brasileira no World Tour.

Com uma nota 8.50 na última onda, Gilmore levantou a taça em Sunset Beach, Hawaii, palco da penúltima etapa do Tour. Para completar a festa, a aussie de 20 anos garantiu o segundo título mundial consecutivo na carreira.

Na final, a australiana totalizou 15.83 pontos, contra 14.16 de Silvana, autora de notas 6.33 e 7.83 nas duas primeiras ondas. Em terceiro ficou a australiana Jessi Miley-Dyer, seguida pela compatriota Nicola Atherton.

Stephanie Gilmore comemora bicampeonato mundial. Foto: ASP Kirstin / Covered Images.Além do segundo título mundial, Gilmore fatura US$ 12 mil. Já Silvana foi premiada em US$ 7 mil e computou 972 pontos no World Tour.

Antes da final, Silvana fez uma apresentação impecável em Sunset. Na primeira semi, a cearense somou notas 9.00 e 7.17 para derrotar as australianas Stephanie Gilmore e Serena Brooke, bem como a havaiana Megan Abubo, terceira colocada na bateria.

Com o resultado, Silvana ocupa agora o terceiro lugar. A catarinense Jacqueline Silva, 17a na etapa, está em nono lugar no ranking.

A última etapa do circuito mundial rola em Honolua Bay, Maui, entre os dias 8 e 20 de dezembro.
Resultado do Roxy Pro 2008

Finalistas do Roxy Pro em Sunset Beach. Foto: ASP Kirstin / Covered Images.

1 Stephanie Gilmore (Aus)
2 Silvana Lima (Bra)
3 Jessi Miley-Dyer (Aus)
4 Nicola Atherton (Aus)
17 Jacqueline Silva (Bra)

Ranking 2008

1 Stephanie Gilmore (Aus) 6348 pontos
2 Sofia Mulanovich (Per) 5233 pontos
3 Silvana Lima (Bra) 5138 pontos
4 Layne Beachley (Aus) 5006 pontos
5 Samantha Cornish (Aus) 3882 pontos
6 Amee Donohoe (Aus) 3871 pontos
7 Jessi Miley-Dyer (Aus) 3384 pontos
8 Rebecca Woods (Aus) 3320 pontos
9 Jacqueline Silva (Bra) 3218 pontos
10 Melanie Bartels (Haw) 2904 pontos
11 Julia De La Rosa (PerR) 2654 pontos
12 Megan Abubo (Haw) 2616 pontos
13 Nicola Atherton (Aus) 2490 pontos
14 Karina Petroni (EUA) 2424 pontos
15 Rosanne Hodge (Afr) 2412 pontos
16 Serena Brooke (Aus) 2094 pontos
17 Melanie Redman-Carr (Aus) 2052 pontos
18 Claire Bevilacqua (Aus) 1272 pontos

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Baianos caem em Ubatuba

Dennis Tihara está fora da briga em Ubatuba (SP). Foto: Aleko Stergiou / Waves.


Bruno Galini e Dennis Tihara (foto) perdem e estão fora da briga pelo título do Onbongo Pro Surfing

Por Redação SurfBahia

Depois das belas performances nas primeiras fases do Onbongo Pro Surfing 2008, os baianos Bruno Galini e Dennis Tihara estão fora da briga pelo título em Ubatuba (SP).

Em uma bateria de poucas ondas, o ilheense Dennis Tihara amargou a quarta colocação no confronto vencido pelo carioca Jorge Spanner, que avançou junto com o cearense Márcio Farney.

Em um momento difícil do mar, Dennis surfou apenas três ondas e caiu na melhor delas, perdendo a chance de ficar em boa situação na bateria. A partir daí, o ilheense passou a buscar 6.90 e foi vigiado até o fim por Farney. Na última onda da bateria, o paraibano Fábio Gouveia chegou perto da virada, mas acabou em terceiro lugar.

Bruno Galini entrou em ação na nona bateria do terceiro round e lutou muito pela classificação. Contando com a boa vontade dos juízes, o ex-top do WCT Josh Kerr descolou notas 6.83 e 6.27 para garantir a primeira colocação na bateria e deixar Galini, Adilton Mariano e Fabrício Júnior brigando pela segunda colocação.

Em final eletrizante, Galini chegou a virar o placar, mas logo depois Adilton deu o troco e totalizou 8.97 pontos na soma das duas melhores ondas, contra 8.31 do baiano e 6.47 do potiguar Fabrício Júnior.

Com a derrota, Bruno Galini finaliza sua participação em 25o lugar, enquanto Dennis Tihara fica em 37o no Onbongo Pro Surfing 2008.

Slater confirma que não virá ao Brasil e terá que pagar multa de US$ 10 mil


Etapa terá mais sete desfalques: Joel Parkinson, Andy Irons, Bruce Irons, Mick Fanning, Dean Morrison, Danny Wills e Neco Padaratz

O americano Kelly Slater confirmou que não disputará a etapa brasileira do Circuito Mundial, o WCT. Eneacampeão por antecipação, ele será multado em US$ 10 mil (mais de R$ 20 mil). A janela de espera começa na terça-feira e vai até o dia 5 de novembro, em Imbituba, Santa Catarina.

A etapa terá outros sete desfalques: Joel Parkinson, Andy Irons, Bruce Irons, Mick Fanning, Dean Morrison, Danny Wills e Neco Padaratz.

A Associação dos Surfistas Profissionais (ASP) aplicará a regra pela qual o campeão mundial tem que disputar todas as provas subseqüentes à conquista, sob pena de multa de US$ 10 mil por evento perdido.

Os surfistas têm direito a descartar três das 11 etapas da temporada sem precisar de licença médica. Basta avisar à ASP. Dos desfalques, apenas Joel Parkinson não revelou os motivos. Andy Irons está com problemas psicológicos e seu irmão, Bruce, casou-se recentemente. Mick Fanning está com uma lesão na virilha, Dean operou a bacia, Danny vai operar os ouvidos, e Neco está com problema nas costas.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Agenda da semana - Banda Submarino

SABADO 25/10 A PARTIR DAS 22:30 HS NO MAR ABERTO [vavy]( pop rock na veia,reggae,axé e muito mais )

E A CASADINHA CONTINUA NA COMPRA DO CD DA BANDA VC TEM DIREITO A DESCONTO NA MENSALIDAE DA ACADEMIA TRANSFORMA MAIS E PRECISO ESTA AUTOGRAFADO POR ALGUM DOS QUATRO COMPONENTES DA BANDA

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Tihara destrói em Itajaí

Dennis Tihara descola notas 9.00 e 6.17 na primeira fase. Foto: Aleko Stergiou / Waves.


Dennis Tihara descola notas 9.00 e 6.17 e Bruno Galini também avança no Maresia International


Por Redação SurfBahia

O Maresia Surf International recomeçou nesta quarta-feira, em boas ondas de meio a 1 metro na praia Brava de Itajaí (SC).

Na 18a bateria da primeira fase, a quarta do dia, o ilheense Dennis Tihara atropelou os adversários com uma performance sensacional.

Tihara descolou notas 9.00 e 6.17 para derrotar o carioca Igor Moraes (2o) e os catarinenses Jonathan Busseti e Thiago Muller.

“Fiquei esperando a onda. Estava um pouco inseguro, pois cheguei atrasado para minha bateria. Acho que deixei passar umas três ondas e, na quarta, peguei um bom tubo e consegui um high-score. Essa onda lembra muito onde eu moro. Então, quero passar por dentro para conseguir levar o melhor resultado para casa”, disse Tihara ao repórter Mariano Kornitz, do site Waves.

Na 22a bateria, foi a vez de Bruno Galini entrar em ação na praia Brava. O atleta enfrentou o paulista David do Carmo, o carioca Stanley Cieslik e o catarinense Renan Jensen.

Com boas batidas de backside, Galini arrancou 6.33 na primeira onda e ficou em boa situação no duelo. O baiano não conseguiu encontrar uma segunda onda de qualidade e ficou em segundo lugar na disputa vencida pelo paulista David do Carmo.

Na segunda bateria da segunda fase, Flávio Costa não conseguiu entrar em sintonia com as ondas e amargou a quarta posição no duelo com o catarinense Alex Chacon (1o), o paulista Renato Galvão (2o) e o carioca Leandro Bastos.

Outros três baianos representam o Estado na competição. Alandreson Martins e Christiano Spirro voltam a entrar em ação nesta quarta-feira, na segunda fase.

A estréia de Bernardo Lopes está prevista para acontecer somente na manhã da quinta-feira, quando serão disputadas as 14 baterias pendentes do segundo round.

Depois das boas estréias na primeira fase, Dennis Tihara e Bruno Galini também ficam de folga em Itajaí e retornam ao outside na quinta.

Segunda fase

5 Josh Kerr (Aus), Kiron Jabour (Haw), Ricardo Ferreira (Bra) e Alandreson Martins (Bra)
8 Dustin Barca (Haw), Charlie Brown (Bra), Christiano Spirro (Bra) e Pedro Norberto (Bra)
18 T.J. Barron (Haw), Bernardo Lopes (Bra), Guilherme Sodré (Bra) e Dennis Tihara (Bra)
21 Dustin Cuizon (Haw), Adilton Mariano (Bra), Gabriel Medina (Bra) e Bruno Galini (Bra)

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

AGENDA DO FINAL DE SEMANA


SEXTA-FEIRA A PARTIR DAS 22:30 HS NO MAR ABERTO ( CONFIRMADO)
SABADO A PARTIR DAS 20:30 HS NO BAÍA BOA ( A CONFIRMAR )ACÚSTICO.

APOIO:

ACADEMIA TRANSFORMA ( Está com uma grande promoção vc adquire o CD da Banda e terá um desconto na matrícula.OBS Só para alunos novos ).

OBS 2. o cd deve estar altografado por um dos componentes da banda.

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Mineirinho: se Kelly Slater se aposentar, o Circuito Mudial vai perder a graça


Melhores do Brasil no ranking tentam aprender lições com o americano

Melhor brasileiro no ranking - quinto -, Adriano de Souza, o Mineirinho, tenta aproveitar cada oportunidade que tem ao lado de Kelly Slater. Após o Billabong Pro Mundaka, onde o americano conquistou o nono título mundial, por antecipação, o paulista disse que, caso Slater, de 36 anos, se aposente, o Circuito Mundial vai perder a graça.

- Se ele sair, o WCT não vai ter muita graça. Só estou aprendendo com ele. A única coisa que eu quero é guardar essa experiência que eu estou tendo com ele para usar no futuro - diz Mineirinho, que parou nas quartas-de-final do WCT de Mundaka.

Outro que aproveita para aprender lições com Slater é Heitor Alves. O cearense faz sua primeira temporada no WCT, e atualmente ocupa a 29ª colocação do ranking que mantém os 27 primeiros na elite mundial.

- Tenho aprendido muito com o Kelly, o jeito como ele entra nas baterias, como ele fala com todos. Se eu conseguir me manter na elite, tenho certeza de que o próximo ano será bem melhor – diz Heitor.

O próximo desafio de Mineirinho e Heitor no WCT será em Imbituba, em Santa Catarina. A janela de espera da competição começa no dia 28.

Campeã sul-americana, Silvana Lima vence WQS do Costão do Santinho

Campeã sul-americana, Silvana Lima domina o WQS do Costão do Santinho, em Florianópolis

Cearense não dá chances à conterrânea Tita Tavares na final

Após garantir o título de campeã sul-americana, a cearense Silvana Lima pôde comemorar uma nova conquista. A surfista não deu chances à conterrânea Tita Tavares na final e ficou com o lugar mais alto do pódio do WQS de nível quatro estrelas disputado no Costão do Santinho, em Florianópolis.

Com a vitória por 16,75 x 6,50 sobre Tita, Silvana somou 1.500 pontos na classificação. Sua adversária ganhou mais 1.290 por ter chegado à decisão.

Em um dia chuvoso com ondas de até 1m de altura, Silvana Lima não teve dificuldades para abrir vantagem. A cearense recebeu um 7.00 logo na primeira onda e foi aumentando as notas até encerrar a bateria com um 8.0 e um 8.75. Já Tita Tavares não conseguiu encontrar boas ondas e somou apenas 5.50 e 1.00.

Apesar de não ter conseguido um bom desempenho na final, a tetracampeã brasileira celebrou as pazes com Silvana. As duas se desentenderam no WQS da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

- Estou feliz por ter feito a final e também por ter conversado com ela. Conheço a Silvana desde pequenininha e jamais vou desejar mal a ela, muito pelo contrário, torço muito para que ela seja campeã do WCT um dia – afirma Tita Tavares, por meio de assessoria de imprensa.

Final

Silvana Lima (CE) 16,75 x 6,50 Tita Tavares (CE)

Semifinais

1 - Tita Tavares (CE) 11.75 x 5.15 Jacqueline Silva (SC)
2 - Silvana Lima (CE) 13.40 x 10.50 Paige Hareb (NZL)


CJ Hobgood vence o WCT de Mundaka e quebra jejum de quatro anos sem vitórias

CJ Hobgood brilha nas ondas de Mundaka e quebra um jejum de quatro anos sem vitórias

Americano campeão mundial de 2001 derrota australiano Joel Parkinson com tubo da virada no último minuto. Mineirinho pára nas quartas.

Foram mais de quatro anos de jejum. O americano CJ Hobgood, enfim, voltou a pronunciar a palavra vitória. A quarta da carreira. A última tinha sido no Taiti, em 2004. Logo ele, o surfista que se tornou campeão mundial em 2001 sem vencer sequer uma etapa, no ano em que o circuito teve de ser interrompido por conta dos atentados de 11 de setembro. O triunfo deste sábado foi no Billabong Pro Mundaka, no País Basco, com uma virada no último minuto contra o australiano Joel Parkinson. O nono dos 11 desafios da temporada consagrou o americano Kelly Slater como o melhor do mundo pela nona vez. Agora, a elite do surfe vem para o Brasil. O WCT de Imbituba, em Santa Catarina, começa no dia 28. Confira como está o ranking!

O melhor brasileiro em Mundaka foi justamente o mais bem colocado do país no ranking: Adriano de Souza, o Mineirinho. O paulista do Guarujá caiu diante de Parko, nas quartas-de-final.

- Vou dar o máximo de mim lá em Imbituba. Sempre parei em 17º (eliminado na terceira fase), mas quero superar isso – diz Mineirinho.Campeão da etapa da França, o australiano Adrian Buchan pegou o primeiro tubo do dia (9,33), na bateria contra o compatriota Tom Whitaker, em um duelo entre os dois últimos carrascos de Slater. Depois de carimbar a faixa do eneacampeão, Whitaker tentava comemorar seu aniversário de 31 anos em grande estilo. Fica para a próxima...

Também nas quartas-de-final, dois tops caíram. Taj Burrow, vice-líder, perdeu para o americano CJ Hobgood, e Bede Burbidge foi eliminado pelo compatriota Luke Stedman. Depois de ver a derrota de Taj e Bede, Joel enfrentou Adrian Buchan. Ficou em situação delicada, e só se salvou nos últimos minutos. Primeiro conseguiu uma nota 8,00, e depois, a três minutos do fim, selou a vaga na decisão com um 9,80.

CJ se garantiu ao mandar para casa o aussie Luke Stedman. Mineirinho apostava nele como campeão. Dito e feito. Abriu a bateria com dois tubos numa mesma onda, finalizada com uma batida e uma rasgada: 9,93. Parko deu a resposta com um 8,33, e entrou na briga. A segunda nota de CJ era um 2,98, e ele precisava de 5,90 para virar. No último minuto, o tubo da consagração: 8,50. A ele, então, a honra de ser arremessado do porto, tradição basco.

Final:

CJ Hobgood (EUA) 18.50 x 15.83 Joel Parkinson (AUS)

Semifinais:


1. Joel Parkinson (AUS) 17.80 x 14.50 Adrian Buchan (AUS)

2. C.J. Hobgood (EUA) 14.66 x 6.70 Luke Stedman (AUS)


Quartas-de-final:


1: Joel Parkinson (AUS) 14.34 x 6.17 Adriano de Souza (BRA)

2: Adrian Buchan (AUS) 12.83 x 7.40 Tom Whitaker (AUS)

3: C.J. Hobgood (EUA) 15.34 x 8.10 Taj Burrow (AUS)

4: Luke Stedman (AUS) 13.16 x 10.24 Bede Durbidge (AUS)

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Wallpaper de kelly Slater 9X campeão




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Slater conquista o nono título mundial


Kelly Slater dá um floater nas ondas de Mundaka e garante o caneco por antecipação

Slater é arremessado no poço: tradição

Slater ergue a taça pela nona vez na carreira

Americano derrota o local Eneko Acero, garante a nona colocação em Mundaka, nona das 11 etapas, e assegura a taça por antecipação.

Mundaka, talvez a mais mítica e temperamental das ondas. Perfeita, tubular, quebra cerca de 30 vezes por temporada. Menos de 9% dos 365 dias de cada ano. Nesta sexta-feira, a cidade amanheceu chorando: chuva de granizo. E ali acordava Mundaka para a prova dos nove. Nona etapa, nona colocação, nona taça para Kelly Slater. Ele entrou na água, e sol, de surpresa, apareceu. Na praia do octa, em 2006, agora o eneacampeonato. Palavrinha que soa estranho por ser tão pouco usada. No surfe, reservada apenas para o maior de todos.

Pode não ter sido onde ou quando ele queria. Na França, seu patrocinador seria o anfitrião da festa. Se ganhasse por lá, teria quebrado mais um recorde. Somente ele, em Mundaka, ergueu o caneco tão cedo. O Circuito Mundial segue ainda para Brasil e Havaí. Mas quem tem oito marcas históricas não se importa. Confira a supergaleria da campanha de Slater em 2008!

- Estou aliviado por ter conquistado o título mundial - disse.

A tarefa não era das mais difíceis: bastava vencer. A nona colocação na etapa o garantiria o título. Provavelmente, o mais duro seria conseguir sair da água. Se perdesse, bastava torcer contra o australiano Taj Burrow. De camisa amarela com manga preta estava Eneko Acero. Quarenta minutos, muitas ondas, duas notas: 7,83 e 7,13.

O basco carregava toda pressão do mundo nos ombros. Tentou jogá-la fora já na primeira onda: nota 7,00. Deu uma rasgada, entrou num tubo, e outra rasgada. Aos 15 minutos, Slater foi numa esquerda que fechou. Nervoso, o americano caiu na segunda onda também: 3,50. Depois, um tubo veloz, um floater, 7,83 e liderança. Slater vencia, e o sol, já satisfeito, foi embora.

Eneko precisava de um 4,50 para impedir o título. O americano buscava o tubo perfeito para sua consagração. Não foi perfeito, mas suficiente para aumentar a vantagem. O local tentou imitá-lo, mas acabou quebrando a prancha. Kelly pediu aos salva-vidas ajuda para o seu adversário. Pegou mais duas ondas, a última delas um 7,13. A 30 segundos do fim, já saía da água. Do jet ski, escutou a nota do rival: 2,50. Levantou os braços, comemorou, como tantas vezes na carreira. Ao basco, o consolo de fazer parte da história.

- Oi, mãe, irmão, todos aí, Kalani, eu te amo - disse ele, fazendo uma declaração de amor à namorada.

Kelly deu entrevistas e voltou a entrar em ação. O adversário agora era o australiano Tom Whitaker, 27º. Apesar de ter tirado uma nota 9,33, mas perdeu. O aussie também achou um tubo, perfeito: nota 10,00. Eliminado, o campeão mundial pode agora, ao menos, descansar.

O nono título praticamente o obriga a continuar surfando. Ele se deu conta disso após Bells Beach (Austrália). Era a sua segunda vitória consecutiva na temporada 2008. Antes, na Gold Coast, humilhara Mick Fanning, campeão mundial. Deve, ali, em Bells, ter pesado prós e contras. Deixou o aconchego do lar, mas levou a namorada.

- Teria sido uma ótima hora de parar – confessa ele.Foi para Teahupoo (Taiti) e perdeu para um convidado. Não uma, mas duas vezes: primeira e terceira fases. O carrasco era o local do pico Manoa Drollet. Nas Ilhas Fiji, vitória e comemoração com as cozinheiras. - Foi um evento divertido – Na sul-africana Jeffreys Bay, surfou ao lado de golfinhos. Na decisão, mais uma vez encarou o campeão Fanning. Triunfou, recuperou a confiança e partiu para a Indonésia. Lá, outra derrota, agora para o português Tiago Pires. Voltou para casa, na pacata Cocoa Beach, na Flórida. Viu da varanda o mais belo pôr-do-sol, segundo ele.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Slater aparece, vence por combinação e fica a uma vitória do nono título mundial

Kelly Slater brilha e fica a uma vitória da conquista do eneacampeonato mundial


Octacampeão só precisa passar mais uma bateria em Mundaka para erguer o caneco de 2009 por antecipação


Kelly Slater até reclamou das ondas de Mundaka, mas mesmo assim deu as caras no Billabong Pro. E o americano não apenas apareceu, como deu um show na estréia e agora está a apenas uma vitória de conquistar o nono título mundial, por antecipação, na nona das 11 etapas do Circuito Mundial, o WCT.

Entre os brasileiros, apenas Heitor Alves e Jihad Johdr venceram na estréia. Adriano de Souza, o Mineirinho, Rodrigo Dornelles, o Pedra, e Leonardo Neves caíram para a repescagem.

Assim como Slater previa, a mítica onda de Mundaka não “acordou” nesta quarta-feira. As disputas foram para a cidade de Sopelana. O americano, que só precisa chegar às oitavas para erguer o caneco, tinha posto sua participação na etapa em dúvida. Isto porque, para ele e outros surfistas, as praias alternativas não têm condições de receber o chamado “Circuito dos Sonhos”.

- Seria ruim decidir o título mundial nesse tipo de onda. Espero que seja em Mundaka – diz Slater, depois de derrotar o americano Taylor Knox e o britânico Reubyn Ash.

Slater somou 16,33 pontos em sua bateria. Estava dando entrevista quando o australiano Taj Burrow também se classificava, com 0,01 a mais do que ele, no duelo contra o americano Damien Hobgood (13,00) e o espanhol Marco San Segundo (11,27). O aussie é o único surfista que tem chance de ser campeão mundial. Para isto, primeiro, precisa torcer para que Slater perca na próxima fase. Depois, tem de vencer a etapa.

Slater, porém, parecia muito à vontade nas ondas de Sopelana. Nos primeiros minutos, já tinha 6,83, enquanto os rivais tinham notas muito baixas: Taylor Knox (1,10) e Reubyn Ash (0,63).

As ondas quebravam longe, e Kelly, na metade da bateria, não conseguia escutar as notas. Pediu para os locutores repetirem a parcial. Ele vencia, com 8,83 pontos. Taylor tinha pego um 2,17, e precisava de 6,67 para virar. Ash buscava 7,83.

A dez minutos do fim, o octacampeão mundial tirou 7,33 para deixar os adversários em combinação. Não satisfeito, arrancou uma nota 9,00 em uma direita com duas manobras fortes, sendo uma delas um aéreo. Com 16,33 pontos a 4 minutos do fim, já estava com a vitória praticamente assegurada. Mas nem assim parou. Para o show ficar ainda melhor, deu um belo aéreo e, apesar de a nota não entrar no somatório (5,83), garantiu, em grande estilo, a vaga para a terceira fase.

- As ondas vieram para mim – resumiu.

Australianos brilham

Além de Taj, outros três australianos se destacaram no primeiro dia de disputas. O primeiro foi Mick Campbell, 31º do WCT 2008. Ele surpreendeu o francês das Ilhas Reunião Jeremy Flores, décimo do ranking.

Depois foi a vez de Nic Muscroft. Reserva do WCT, ele derrotou o havaiano Pancho Sullivan e o aussie Adrian Buchan. Este último, por combinação. Buchan vinha de uma vitória na França, onde impediu Slater de conquistar o enecampeonato.

Vice-mundial em 2004, Joel Parkinson, com 15,60 pontos, derrotou o americano Tim Reyes (10.66) e o espanhol Hodei Collazo (5.33) e saiu da água quando ainda faltavam seis minutos para o fim.

Baterias da primeira fase:

1. Heitor Alves BRA 12.70, Aritz Aranburu ESP 10.83, Kai Otton AUS 9.00
2. Mick Campbell AUS 13.17, Jeremy Flores FRA 10.93, Ricky Basnett AFS 8.37
3. Nic Muscroft AUS 16.00, Pancho Sullivan HAV 12.00, Adrian Buchan AUS 10.00
4. Roy Powers HAV 8.04, CJ Hobgood EUA 7.50, Manoa Drollet TAH 5.03
5. Bobby Martinez EUA 14.84, Ben Dunn AUS 14.00, Mark Occhilupo AUS 8.50
6. Eneko Acero ESP 13.16, Adriano de Souza BRA 11.27, Jordy Smith AFS 10.93
7. Joel Parkinson AUS 15.60, Tim Reyes EUA 10.66, Hodei Collazo ESP 5.33
8. Kelly Slater EUA 16.33, Taylor Knox EUA 6.16, Reubyn Ash GBR 3.50
9. Taj Burrow AUS 16.34, Damien Hobgood EUA 13.00, Marco San Segundo ESP 11.27
10. Tom Whitaker AUS 15.00, Txaber Trojaola ESP 12.50, Bede Durbidge AUS 6.43
11. Daniel Ross AUS 15.00, Luke Stedman AUS 14.17, Jay Thompson AUS 8.00
12. Jihad Khodr BRA 12.56, Rodrigo Dornelles BRA 11.94, Chris Ward EUA 10.76
13. Mikael Picon FRA 15.00, Leonardo Neves BRA 14.34, Dayyan Neve AUS 13.67
14. Tiago Pires POR 12.67, Dane Reynolds EUA 12.40, Travis Logie AFS 5.87
15. Daniel Wills AUS 14.83, Fredrick Patacchia HAV 10.00, Ben Bourgeois EUA 6.60
16. Kieren Perrow AUS 11.00, Luke Munro AUS 8.23, Royden Bryson AFS 7.10

domingo, 28 de setembro de 2008

Cercado por mistérios, WCT de Mundaka recebe a corrida pelo título mundial

A mítica onda de Mundaka, no País Basco
Prestes a conquistar o nono caneco, Kelly Slater põe sua participação em dúvida. A partir desta segunda, Sopelana passa a ser praia alternativa.


Desde 2005, quando chegou a “desaparecer”, a onda de Mundaka deixou de ser mágica e passou a ser polêmica. A famosa esquerda é o palco principal do Billabong Pro, nona das 11 etapas do Circuito Mundial (WCT). Mas, como ela sempre decepciona, a fraca Bakio é quem recebe os surfistas da elite. Eles reclamaram, e agora Sopelana é o pico alternativo da competição que poderá dar ao americano Kelly Slater o nono título mundial. Isso se ele for para lá. O GLOBOESPORTE.COM transmite tudo ao vivo. A chamada é na madrugada desta segunda-feira, às 3h (de Brasília).

Depois de ser vice na França, o americano só precisa chegar às oitavas-de-final em Mundaka para erguer o caneco. Ele, porém, fez duras críticas à onda do País Basco: “Não acho que deveria ter campeonato lá. É frustrante demais. Ainda não decidi se vou ou não”. Foi o estopim de uma luta que tem surfistas de um lado, organizadores do outro e a natureza no meio.

O brasileiro Renato Hickel, diretor do Circuito Mundial, explica que Sopelana, palco alternativo, será uma boa opção caso Mundaka não “acorde”.

- Não é uma onda tão boa quanto as de Hossegor, mas é uma praia maior do que a de Bakio. Formação da praia faz com que seja necessário mais do que uma ondulação rápida para mudar o fundo. Sopelana recebia um evento do Circuito Mundial, no início dos anos 90.

Slater está inscrito na competição. Se aparecer por lá, vai enfrentar, na oitava bateria, o compatriota Taylor Knox e o britânico Reubyn Ash, convidado. Outro que ganhou um convite dos organizadores foi o australiano Mark Occhilupo, campeão mundial de 1999.

Baterias da primeira fase:


1. Kai Otton AUS, Heitor Alves BRA, Aritz Aranburu ESP
2. Jeremy Flores FRA, Mick Campbell AUS, Ricky Basnett AFS
3. Adrian Buchan AUS, Pancho Sullivan HAV, Nic Muscroft AUS
4. CJ Hobgood EUA, Roy Powers HAWV, Manoa Drollet TAH
5. Bobby Martinez EUA, Ben Dunn AUS, Gabe Kling EUA
6. Adriano de Souza BRA, Jordy Smith AFS, Tim Boal FRA
7. Joel Parkinson AUS, Tim Reyes EUA, Mark Occhilupo AUS
8. Kelly Slater EUA, Taylor Knox EUA, Reubyn Ash GBR
9. Taj Burrow AUS, Damien Hobgood EUA, Marco San Segundo ESP
10. Bede Durbidge AUS, Tom Whitaker AUS, Hodei Collazo ESP
11. Luke Stedman AUS, Jay Thompson AUS, Daniel Ross AUS
12. Chris Ward EUA, Rodrigo Dornelles BRA, Jihad Khodr BRA
13. Dayyan Neve AUS, Mikael Picon FRA, Leonardo Neves BRA
14. Dane Reynolds EUA, Tiago Pires POR, Travis Logie AFS
15. Fredrick Patacchia HAV, Daniel Wills AUS, Ben Bourgeois EUA
16. Kieren Perrow AUS, Royden Bryson AFS, Luke Munro AUS

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Tampa avança na Tijuca

Flávio Costa bate Itim Silva na repescagem do SuperSurf que rola na Barra da Tijuca (RJ). Foto: Nilton Santos.

Galini é superado pelo carioca Yuri Sodré. Foto: Rodrigo Mesquita


Bruno Galini perde e Flávio Costa (foto) avança ao terceiro round do SuperSurf na Barra da Tijuca.

Por Redação SurfBahia

Dos dois baianos que disputaram a repescagem nesta quinta-feira (25/9), na Barra da Tijuca (RJ), apenas Flávio Costa garantiu vaga no terceiro round da última etapa do SuperSurf 2008.

Bruno Galini entrou em ação na última bateria do e acabou sendo superado pelo carioca Yuri Sodré pelo placar de 11.50 contra 8.97 do baiano.

Sodré aproveitou bem as poucas ondas que pegou, enquanto Galini teve dificuldade para soltar o pé nas manobras. Com a derrota, o ilheense está fora da zona de classificação ao SuperSurf 2009 e passa a depender dos rankings do Brasil Tour e circuito regional.

Em um duelo com poucas ondas de qualidade, Flávio Costa atacou uma direita com uma bela rasgada, seguida de duas fortes batidas para arrancar 5.83 dos juízes e registrar a maior nota do duelo com o cearense Itim Silva.

Flávio ainda somou um 3.83 para ampliar a vantagem sobre Itim e garantir vaga no terceiro round da prova. Itim ficou aguardando uma onda que não veio e acabou dando adeus à competição.

Além de Flávio Costa, a Bahia conta com Wilson Nora na quinta e última etapa do SuperSurf 2008. Nora é um dos atletas na briga pelo título da temporada.

"Estou bastante tranquilo em relação à disputa pelo título. A pressão está voltada aos cinco primeiros do ranking e eu estou correndo por fora, vindo pelas beiradas", diz Nora.

Terceira fase

5 Flávio Costa (BA) x Hizunomê Bettero (SP)
11 Wilson Nora (BA) x Bruno Moreira (SP)